27 de setembro de 2021

Descubra a diferença entre empréstimo e financiamento

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Saiba quais são as diferenças entre empréstimo e financiamento e qual das duas modalidades é a melhor para as suas necessidades. 

Quem está em busca de algum tipo de ajuda financeira, seja para pagar dívidas ou para realizar um investimento, têm algumas opções no mercado para escolher. Neste momento, sempre surgem muitas dúvidas sobre a diferença entre empréstimo e financiamento. 

Por isso, o objetivo deste artigo do Blog da Arbo é apresentar em detalhes o funcionamento destas importantes modalidades de crédito. Você também conhecerá as vantagens e desvantagens de cada um deles para tomar a melhor decisão.

Então, se você está em busca de compreender melhor o assunto, siga com a gente! Leia abaixo. 

diferença entre emprestimo e financiamento

Como funciona o empréstimo? 

Basicamente o empréstimo é a forma mais tradicional de conseguir crédito por meio de uma instituição financeira. Nesta modalidade, não há restrição do uso da quantia emprestada. Ou seja, quem pega empréstimo pode decidir com total liberdade qual o destino do dinheiro. De maneira mais comum, os empréstimos são usados por pessoas físicas ou jurídicas para pagar dívidas. Mas, claro, esse não é o único destino que pode ser dado a ele. 

No mercado, nos dias de hoje, há alguns tipos diferentes de empréstimos para você escolher. Entre os principais, temos: 

  • empréstimo consignado;
  • empréstimo pessoal;
  • empréstimo para empresas;
  • empréstimo rotativo;
  • antecipação de 13º,
  • antecipação e restituição do Imposto de Renda.

Por conta dessa liberdade, o empréstimo é chamado de “linha de crédito livre”. Ou seja, sem vínculo com nenhum tipo de bem. A única responsabilidade do devedor é pagar as parcelas do empréstimo. Com os juros e datas combinadas. 

Quais são as vantagens de se contratar um empréstimo? 

Em geral, um empréstimo tem como vantagem a facilidade da sua contratação. Quem opta por essa modalidade, costuma estar precisando do crédito em um período curto de tempo. Além disso, como já explicamos acima, quem opta pelo empréstimo também não precisa prestar nenhum tipo de conta em relação ao destino do dinheiro. Essa é uma característica quase exclusiva da modalidade. 

E, por último, podemos destacar o fato que o empréstimo, na grande maioria das vezes, não exige a apresentação de nenhum tipo de garantia. Basta o seu CPF não estar negativo com dívidas anteriores.

Você pode conferir também no Blog da Arbo: Descubra quando o financiamento imobiliário é uma boa escolha.  

Quais são as desvantagens de se contratar um empréstimo? 

Com certeza, a principal desvantagem de contratar um empréstimo são os juros elevados. É possível sim fazer a negociação com o credor em relação aos juros, mas, no geral, eles ficam acima do de outras modalidades. 

Quer saber uma forma de pagar taxas de juros mais baixas nos empréstimos? Assista a esse vídeo abaixo do canal Luciana Fiaux – Domine suas “Finanças”. Nele, você vai saber algumas maneiras de tornar o seu empréstimo mais barato oferecendo os seus bens como garantia para a instituição financeira. Confira abaixo. 

Como funciona o financiamento? 

No financiamento imobiliário, o comprador empresta uma quantia a uma instituição financeira e firma o compromisso de pagá-la de forma mensal para adquirir um imóvel.

Ou seja, esse tipo de modalidade pode ser definida como uma possibilidade de as pessoas que ainda não possuem condições de arcar com o valor integral de um determinado imóvel dividir esse pagamento em diversas parcelas, que podem se estender por vários anos.

Para financiar imóveis, no entanto, o interessado tem que cumprir com algumas obrigações. Uma delas é não poder negociar o imóvel enquanto o valor não for quitado 100%. Mesmo que esteja registrado no nome do comprador.

O mercado de financiamentos muda a todo o instante. Sempre surgem novos programas, sejam eles públicos ou privados, que tem o objetivo de incentivar as pessoas a comprarem as suas casas. 

Atualmente, eles podem ser divididos em diferentes tipos. Confira abaixo quais são eles para definir qual se encaixa na sua vida financeira atualmente. 

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Financiamento imobiliário: quais são os tipos? 

SFH (Sistema Financeiro de Habitação)

É o sistema de financiamento imobiliário mais comum entre os brasileiros. Os recursos provenientes do SFH podem ser utilizados para a compra, a reforma ou a construção de um imóvel. 

Nesta modalidade, o valor do financiamento deve ser de até 80% do total do imóvel. Além disso, a casa ou o apartamento não pode exceder o valor de R$ 1,5 milhão.

A taxa de juros anual dos financiamentos SFH é fixa e limitada pelo governo federal. Para usufruir do sistema, o indivíduo deve, além de selecionar um imóvel que se encontre nas condições citadas:

SFI (Sistema Financeiro Imobiliário)

Ao contrário do SFH, está direcionado a cidadãos com necessidades específicas, que não estão previstas nos demais sistemas. Como, por exemplo, para quem deseja financiar um imóvel com o valor acima do de R$ 1,5 milhão. Além disso, em comparação com o SFH, que concede um financiamento de até 80% do valor do imóvel, o SFI pode chegar a até 90% do valor da casa ou do apartamento. 

O SFI é, também, menos criterioso na avaliação de crédito e, por isso, não estabelece um limite de comprometimento de renda, o que permite que o cliente pague parcelas com valores maiores. 

Casa Verde e Amarela

O programa Casa Verde e Amarela é o programa que substituiu o famoso “Minha casa, minha vida”. Ele consiste em uma tentativa do Governo Federal de facilitar o acesso de parte da população à moradia. Lançado no ano passado, 2020, o público alvo do programa são famílias de baixa renda. Para isso, irá disponibilizar subsídios com o valor de até R$ 140 mil para a compra de um imóvel.

Já famílias que desejam reformar sua casa ou seu apartamento poderão contar com subsídios de até R$ 23 mil. As especificações desse programa são restritas a famílias que possuem uma renda mensal máxima de R$ 7 mil.

Vantagens dos financiamentos imobiliários

O financiamento imobiliário é uma modalidade procurada, principalmente, para investidores que desejam obter lucro com o imóvel e aumentar os seus patrimônios. 

E isso não é à toa. É possível, além de realizar o sonho da casa própria, contar com uma grande valorização do imóvel com o passar do tempo. Além disso, adquirindo imóveis, você pode também rentabilizá-los de diversas formas, como, por exemplo, por meio da locação ou da revenda. 

E, por último, claro, o financiamento imobiliário permite, logo após todo o processo burocrático, a habitação imediata do imóvel. 

Desvantagens dos financiamentos imobiliários

Contudo, é necessário também ficar atento às desvantagens do financiamento de imóveis. Lembre-se que um financiamento consiste em um compromisso de pagamento que pode perdurar por muitos anos. Desse modo, é necessário ter certeza de que será capaz de arcar com os custos e realizar um planejamento financeiro correto para os próximos anos.

Esse planejamento é um item essencial nessa etapa, já que será capaz de avaliar se o comprador pode ou não se comprometer com a dívida.

Diferença entre financiamento e empréstimo

Como você pode perceber nas duas explicações, a grande diferença entre financiamento e empréstimo é que, na primeira, é necessário prestar contas em relação ao destino do dinheiro. É liberado apenas que você utilize o capital para uma finalidade. 

Já, no empréstimo, esse movimento não é necessário. Sendo que você tem total liberdade para destinar o capital às suas necessidades. 

Ou seja, a melhor opção entre as duas é sempre aquela que se encaixa nas necessidades específicas de cada um. Quer ter certeza da diferença entre empréstimo e financiamento.? Então, assista a esse vídeo abaixo do canal “Serasa Ensina”, que explica com mais detalhes o assunto.  

Diferença entre empréstimo e financiamento: como se preparar?  

Agora que você já sabe tudo sobre financiamento e empréstimo, que tal algumas dicas sobre como fazer o planejamento financeiro e se preparar para essa mudança em sua vida? 

Organize as suas finanças pessoais 

O primeiro passo para organizar as suas finanças é, claro, focar nas suas contas pessoais. 

Sabemos que cada um tem um jeito próprio de consumir e de organizar seu dinheiro. Enquanto algumas pessoas já possuem uma habilidade maior em poupar, outras geralmente cedem às compras por impulso e ficam no vermelho antes mesmo de o mês acabar. 

Para conseguir ter um bom planejamento financeiro pessoal, é preciso entender a forma como você lida com seus rendimentos e como funcionam suas finanças pessoais. 

Você gasta mais do que ganha? Possui alguma reserva de emergência? Tem dívidas? Essas são algumas perguntas importantes a serem respondidas nesse momento. 

Defina seus objetivos financeiros

Assim que souber como você lida com suas finanças, é o momento de definir suas metas financeiras. Nesse momento, é extremamente importante ser realista. Não adianta ter como objetivo juntar R$ 100 mil em um ano se seu salário é de R $1 mil, correto? Tente estratégias lógicas e possíveis de serem alcançadas e desmembre o objetivo em metas de curto prazo. 

Caso você queira formar uma reserva de emergência de R $1,2 mil ao final de um ano, comece com a meta de juntar R$ 100 por mês. Encaixe a parcela do financiamento (e as suas variáveis) em uma conta a longo prazo. Isso vai te dar a dimensão exata de como você pode se programar para pagar essa dívida.

Anote suas receitas e despesas

Ter anotações e acompanhar periodicamente suas receitas e suas despesas são outras dicas extremamente importantes para o planejamento financeiro. 

Quando você tem ciência de quanto ganha, de quanto gasta e, especificamente, de onde gasta, consegue ter uma visão mais ampla de como é necessário cortar despesas, além de identificar potenciais oportunidades de economia.

Aprenda a poupar dinheiro

Conseguir guardar dinheiro começa por ter em mente um objetivo muito simples: é necessário gastar menos do que ganha. Pode parecer muito simples, mas algumas pessoas não conseguem atingir essa meta dentro de um planejamento financeiro e se perdem. 

Aprender a guardar dinheiro exige avaliar as despesas de forma mais estratégica, ter objetivos realistas e, sobretudo, determinação e persistência para conseguir mudar os hábitos e economizar um pouco a cada mês até atingir suas metas financeiras.

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