25 de setembro de 2021

Setor imobiliário: descubra como investir em 2021

investir no setor imobiliário

O setor imobiliário teve um desempenho surpreendente em 2020 e promete mais para o futuro. Veja aqui o básico que você precisa saber para investir nesse mercado!

O setor imobiliário segue como uma das principais oportunidades de investimento para 2021. Isso se deve a uma série de aspectos, como a segurança oferecida aos investidores e o potencial de rendimento no longo prazo. Contudo, para aproveitar essas oportunidades, é necessário se dedicar a entender como o segmento funciona.

Neste post do Blog da Arbo, vamos apresentar algumas noções essenciais sobre o mercado de imóveis. Você verá os motivos que o fazem ser tão atraente, algumas das principais modalidades de investimento, as dicas para quem está começando e as tendências do setor para os próximos anos. Confira!

Investir em imóveis vale a pena?

O investimento no setor imobiliário não é um dos mais procurados por acaso. O primeiro fator que o torna tão relevante é a segurança patrimonial, já que todos nós precisamos de um lugar para morar e quase todas as atividades comerciais precisam de algum tipo de imóvel para funcionar.

Além disso, uma lição importante que o período da pandemia de covid-19 trouxe sobre esse segmento é que ele pode manter o crescimento até em momentos de crise. Levantamento feito pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) mostra que o país registrou 189.857 vendas de imóveis em 2020. Isso representa uma alta de 9,8% em relação a 2019.

As causas para esse crescimento surpreendente são variadas, mas uma das que mais se destaca é a taxa básica de juros em patamares muito mais baixos que os praticados em anos anteriores. A Selic, que em 2015 chegou a 14,25%, esteve em cerca de 2,5% ao longo de 2020. Esse cenário facilita muito os financiamentos, que tendem a ter juros mais baixos.

Outro fator que torna o investimento em imóveis interessante é o potencial de valorização desse tipo de bem. Segundo o IBGE, o Brasil registrou um déficit habitacional de 5,8 milhões de residências em 2019, o que gera demanda elevada pelos imóveis existentes.

Casas, apartamentos e terrenos também são vistos pelos investidores como fontes de renda passiva, ou seja, algo que pode gerar dinheiro sem a necessidade de um trabalho direto e constante. Esse é o raciocínio por trás de quem compra imóveis para alugar, por exemplo.

Todos esses aspectos fazem com que o setor imobiliário seja uma maneira muito segura de diversificar a carteira de investimentos. Por isso, mesmo quem tem aplicações na bolsa de valores, por exemplo, tende a reservar parte de seus recursos para uma série de possibilidades de investimentos em imóveis.

Quais os tipos de investimento no mercado imobiliário?

investimentos imobiliários

Como dissemos no tópico acima, há muitas possibilidades para quem quer investir no setor imobiliário. Agora, vamos explicar melhor quais são elas e como funcionam:

Comprar para alugar ou revender

A locação de imóveis é vista por muitos como um investimento de baixo risco, já que o valor investido na compra do local dificilmente será perdido. Além disso, o déficit habitacional faz com que esse mercado esteja sempre em movimento. Uma casa ou um apartamento bem conservado e localizado raramente fica muito tempo vazio.

Nesse segmento, as moradias menores vêm se destacando. Casas pequenas, com um ou dois quartos, são muito procuradas, bem como as kitnets, um tipo de apartamento com tamanho reduzido, ideal para pessoas jovens que querem morar nas áreas centrais das grandes cidades.

A revenda também é uma alternativa interessante para esses imóveis, já que a demanda é constante. Mais uma vez, os imóveis menores saem na frente, pois são opções úteis e acessíveis para famílias que estão se formando, por exemplo.

Além disso, graças às novas tecnologias, comprar, vender e alugar imóveis é muito mais fácil que antes. A Arbo Imóveis, startup do setor imobiliário, permite fazer essas transações 100% online e utiliza contratos digitais para reduzir a burocracia envolvida nas negociações.

Fundos imobiliários (FII)

Um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) é um grupo composto por várias pessoas que investem em imóveis. Para participar deles, é necessário adquirir cotas que são transacionadas na bolsa de valores. O dinheiro aplicado na aquisição dessas cotas é controlado por um gestor, que se responsabiliza por encontrar as melhores oportunidades no setor imobiliário.

Há muitos tipos de fundos imobiliários, mas eles podem ser divididos em dois grandes grupos:

Fundos de tijolos

Esse tipo de fundo aplica o dinheiro em imóveis físicos, ou seja, em compra, construção e locação de imóveis diversos, especialmente os comerciais. Nessa categoria se encaixam prédios ocupados por shoppings, bancos, universidades privadas, centros de distribuição, entre outros empreendimentos.

Fundos de papel

O outro grande grupo de fundos imobiliários é o dos fundos de papel, que aplicam seus recursos na aquisição de títulos financeiros. O objetivo é obter lucro a partir dos dividendos distribuídos aos detentores desses papéis. Os próximos tópicos vão dar uma breve visão do que são esses títulos e quais suas características.

Letras de Crédito Imobiliário (LCI)

As Letras de Crédito Imobiliário (LCI) são títulos que representam empréstimos feitos para financiar a construção de novos imóveis. Ou seja, quando um investidor compra um desses títulos, o valor pago vai contribuir para a realização do empreendimento. Em troca, ele deve receber certo valor em juros. 

Os LCI são considerados investimentos de renda fixa e estão isentos da cobrança de imposto de renda. Seu grau de risco é relativamente baixo, mas, se algo errado acontecer, o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) cobre prejuízos de até R$ 250 mil.  

Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI)

O Certificado de Recebíveis é um tipo de título que só pode ser emitido por empresas conhecidas como securitizadoras, que emprestam dinheiro para que as construtoras terminem suas obras. Dessa forma, a construtora consegue entregar os imóveis aos clientes antes de receber todo o valor deles.

Dito de outra forma, ao comprar um CRI, você também está emprestando dinheiro para que o empreendimento imobiliário seja concluído. Consequentemente, deverá receber esse valor de volta com juros. Assim como as LCIs, os CRIs se enquadram na categoria de renda fixa. 

Letras Hipotecárias (LH)

As Letras Hipotecárias (LH) são títulos emitidos por instituições financeiras e que são garantidos por um imóvel hipotecado – ou seja, o proprietário pegou um empréstimo e ofereceu seu imóvel como garantia de que vai quitá-lo. Esse tipo de título é bem mais dificil de encontrar que os citados anteriormente.

Quais são as dicas para quem quer começar a investir?

dicas para investir em imóveis

Para começar a investir no setor imobiliário, é importante ter em mente que, geralmente, o retorno financeiro não vem no curto prazo. O melhor caminho é fazer as aquisições pensando no futuro. Quando o mercado estiver mais aquecido, o valor dos imóveis tende a aumentar significativamente.

Além disso, é fundamental compreender os fatores que podem fazer um imóvel se valorizar ao longo do tempo. O principal deles é a localização. Casas e apartamentos em bairros com boa infraestrutura valem mais. Em contrapartida, bairros que ainda estão se desenvolvendo podem representar boas oportunidades no longo prazo.

Também vale ressaltar a importância de distribuir seus investimentos em aplicações diversificadas. Colocar todos os seus recursos em uma coisa só significa assumir um risco desnecessário. Com tantas opções no mercado, a melhor saída é buscar um equilíbrio, adquirindo imóveis em regiões diferentes ou comprando títulos diversos, por exemplo.

Aliás, se você está pensando em aplicar dinheiro em fundos imobiliários, aprenda a avaliar quais gestoras oferecem a melhor relação entre retorno e risco. Os principais dados para fazer essa análise são públicos. Você deve observar, entre outras coisas, quais imóveis compõem o portfólio e o histórico de rendimento do fundo.

Quais são as tendências do mercado pós-pandemia?

Como já explicamos, a pandemia trouxe um crescimento inesperado para o mercado imobiliário em 2020. Certo fatores que influenciaram nesse resultado também dão os contornos do que será o cenário pós-pandemia. 

Um deles é a ascensão do modelo de trabalho em home office. A demanda por casas e apartamentos com espaço para montar um escritório doméstico cresceu em meio ao isolamento social. Como muitas empresas pretendem continuar com esse regime de trabalho, essa certamente será uma tendência para os próximos anos.

Uma aposta que acabou não se confirmando, pelo menos por enquanto, é a queda na procura de imóveis nas regiões centrais das cidades. Com o home office, havia a expectativa de que muita gente passaria a priorizar imóveis em regiões mais afastadas do caos dos centros urbanos, algo que não aconteceu.

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